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segunda-feira, 28 de outubro de 2013 ás 20:36 pm

Tudo começa no ateliê de Verginer, com uma compilação de madeiras coladas, se fundindo em um grande bloco. Depois disso, uma serra é usada para esculpir os primeiros traços da obra. E com serras cada vez menores ele cria imagens surreais do cotidiano humano, sempre com alguma melancolia.

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As imagens são de encher os olhos, e o resultado gerou uma série chamada Human Nature, que já viajou por galerias de todo o mundo.

Dá pra conhecer a série completa e outros trabalhos de Willy Verginer aqui.

quinta-feira, 24 de outubro de 2013 ás 20:27 pm

A máxima de que toda história tem seu fundo de verdade, pode até ser real: Medusa, deusa da mitologia com cabelos que eram cobras vivas e um olhar que petrificava quem lhe encarasse nos olhos, tem uma versão mundana. Mas não é nenhum ser especial vivendo entre nós, e sim um lago na Tanzânia.

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O lugar é conhecido por ser mortal para aves e outros pequenos animais que se aventuram pelas suas águas. Ao entrar em contato com  a alcalinidade do lago – teor que varia entre 9,5 e 10 – o animal acaba morrendo, mas fica imortalizado na forma em que tocou a água, que calcifica o corpo do bichinho.

Ao saber dessa “qualidade” do lago o fotógrafo americano Nick Brandt fez uma série  linda – e assustadora – ao trazer os animais para posições que estariam caso estivessem vivos.

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Nas palavras de Nick: “Inesperadamente encontrei as criaturas ao longo da costa do Lago Natron, no norte da Tanzânia. Ninguém sabe ao certo exatamente como eles morrem, mas parece que o lago reflete bastante a luz e isso os confunde. Assim como pássaros colidem com janelas de vidro, eles caem dentro do lago. A base e o sal fazem as criaturas se calcificarem, perfeitamente preservadas, à medida que secam. Eu tirei essas criaturas de onde as encontrei no litoral e, em seguida, coloquei-as em posições “vivas”, trazendo-as de volta para a “vida”, por assim dizer. Reanimados, vivos outra vez na morte.”

Dá pra conhecer mais do trabalho do Nick, aqui.

quarta-feira, 23 de outubro de 2013 ás 19:37 pm

Um dos maiores simbolos de Barcelona – e da arquitetura mundial – a Sagrada Família de Antoni Gaudí está em processo de construção desde 1882. Mas existe um fio de esperança para os admiradores do trabalho de Gaudí. No vídeo abaixo, lançado pela fundação que cuida da catedral, é possível ver através de uma animação 3D como o projeto vai ficar em 2026.


Em cada fachada, quatro torres que somadas representam os 12 apóstulos, e que cercam a torre principal que é a torre de Jesus. Equivalente em altura com a torre dos apóstolos está a torre da Virgem Maria. E esses são apenas alguns simbolismos que a obra carrega.

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Enquanto a obra completa não fica pronta dá pra visitar a catedral que já existe em Barcelona que continua aberta para visitação. Se não está nos seus planos viajar até lá, da pra fazer uma visita virtual pelas alas, aqui.

 

segunda-feira, 21 de outubro de 2013 ás 21:13 pm

Conhecida como Shunga, que pode ser traduzida literalmente como “florecer da primavera”,  a arte erótica do Japão ganha uma mostra especial no British Museum e retratam um Japão desconhecido pelo Ocidente, numa época em que os japoneses eram proibidos de ter contato com o lado de cá.

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Uma série de xilogravuras e ilustrações que vão dos séculos XVI ao XVIII, serão distribuídas na mostra Shunga – Sex and Pleasure in Japanese Art – que fica em cartaz até janeiro em Londres.

P.S.*A mostra e só para +16, por conter imagens explicitas em muitos dos casos.

 

quinta-feira, 17 de outubro de 2013 ás 22:00 pm

Vez ou outra nos deparamos com coisas do tipo “nossa, como eu não pensei nisso antes”. Talvez seja o caso da arte de Andre Levy.

O Artista plástico enxergou em moedas (de diversos países), um mundo a parte. Muita gente por aí nem considera moeda dinheiro, e muito menos para pra olhar uma delas por mais do que alguns segundos. Ou será que todo mundo sabe o que tem estampado atrás da nossa moeda de 5 centavos?

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André esbanja referências da cultura pop em moedas de todo tamanho, trabalhando com tinta e pincel um traço minucioso para dar vida nova pros esquecidos trocos, que como ele mesmo define “São, na verdade, pequenas esculturas massivamente reproduzidas”. E não deixa de ser verdade, não é?

Dá pra acompanhar os trabalhos mais recentes do André, é só seguir ele no Instagram.

terça-feira, 15 de outubro de 2013 ás 20:28 pm

Partindo dessa premissa, o artista plástico Loro Verz cria sua arte divertida e multicolorida, que transita entre o grafite, escultura, e  ilustração para criar uma atmosfera caótica de referências e padrões.

Loro é brasileiro, cursou artes na Central Saint Martins e já levou seu trabalho para todo tipo de galeria mundo a fora, inclusive nos Jogos Olímpicos de Londres, onde assinou pares de tênis que seriam presentados para os atletas da competição.

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O trabalho dele não poderia deixar de aparecer na moda, em estamparia e lustração pras mais diversas marcas, nacionais e internacionais.

Loro Verz tem um site super completo, que vale a visita.

segunda-feira, 14 de outubro de 2013 ás 18:00 pm

Muito provavelmente você já viu trabalhos de “pinturas com luz” pela web. A técnica é explorada por muitos artistas, e até já falamos sobre isso por aqui, mas a arte de Darius vale um olhar mais profundo.

Darren Pearson, ou Darius Twin, pratica a técnica pela costa oeste dos Estados Unidos desde 2008, e o resultado são cenários urbanos repletos de caveiras, monstros e figuras míticas de todos os tipos. Além de muitas referências claras ao skate, esporte que é declaradamente apaixonado.

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Com um caderno de rascunho nas mãos e muita paciência, o artista cria tudo com técnicas de fotografia em velocidade reduzida, e garante não usar nenhum recurso de Photoshop.

Dá pra conhecer mais desse projeto no Site ou no Flickr do Darius.

quinta-feira, 10 de outubro de 2013 ás 20:17 pm

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Os tons metálicos sempre seduziram as mulheres. E sempre foi uma boa pedida investir em peças básicas que tenham um tom metalizado pra dar um upgrade no look.

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Se engana quem acha que só deve usar essa combinação durante a noite, ou para grandes celebrações. Eles invadiram o dia a dia, e dão um algo a mais nos looks. Mas cuidado: a dica do high e low vale sempre, e se optou por uma saia metalizada, procure uma camisa ou casaco mais neutro, pra equilibrar o look.

O mesmo vale para os acessórios metálicos. Se a bolsa contém muito brilho, deixe que só ela brilhe, e procure tons mais sóbrios para o resto das peças.

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Pra quem se empolgou na tendência e quer garantir a sua, dá uma passada na Farfetch, que tem um monte de peças Juliana Jabour em tons metálicos, e ainda estão com um super desconto. Dá uma olhada na seleção que fizemos para você!

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quarta-feira, 9 de outubro de 2013 ás 22:39 pm

Você sabia que antes de mergulhar no mundo fashion, Ju Jabour queria ser diplomata?

Pois é, a trajetória da nossa musa é cheia de surpresas! Da experiência como vendedora em Londres até a celebração de uma década da marca, muito amor pela profissão e dedicação são alguns dos ingredientes que fizeram da estilista um sucesso nas passarelas! E fora dela também, não é? O estilo único de Ju, que anda de skate e adora toy art, também cativa e gera interesse.

Ju Jabour abriu as portas de sua cada para a revista RG e conversou sobre seus planos. Conheça um pouco mais da história dessa estilista, cidadã do mundo, que levou a arte das ruas para as passarelas:

 Revista RG (7) Revista RG (8) Revista RG (9)

Revista RG (10)

Revista RG (1) Revista RG (11)

 

segunda-feira, 7 de outubro de 2013 ás 22:06 pm

A japonesa Yayoi Kasuma é uma daquelas artistas que surpreendem quando confrontamos a imagem da artista com sua arte.Talvez porque as duas sejam muito parecidas. Yaoyoi é uma excêntrica senhora de cabelos coloridos que transita entre as artes gráficas, a escultura e a performance.

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Sua história começa no Japão da década de 50, que ela julgava muito conservador para sua arte, e logo cursou seu caminho para as grandes galerias de Nova York e Europa.

Anos mais tarde, ao retornar para seu país, abriu sua própria fundação para as artes, e se internou – sim, por vontade própria – na ala de um hospital psiquiátrico na região de Seiwa, arredores de Tókio. O fato é que isso não a deixou menos produtiva (ela até lançou uma série de trabalhos de poesia depois que entrou no hospital), e a artista de 90 anos ainda cultiva seu ateliê perto dali, onde expõe e vende seu trabalho.

Yayoi serviu de inspiração para o Inverno 2013 de Juliana Jabour, com muito grafismo, cores marcantes e sobreposições. E no Brasil a exposição Obsessão Infinita chega primeiro ao Rio de Janeiro, no dia 12 de Outubro, onde fica até Janeiro. Depois a exposição segue para Brasília e São Paulo. Na capital paulista, ela será abrigada pelo Instituto Tomie Ohtake, mas só em 2014.

Obsessão Infinita
De 12 de out à 24 de Janeiro
CCBB Rio de Janeiro
Grátis.
+ infos,  Aqui.

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