Numa combinação entre humor e realismo, a artista Henrietta Harris usa uma atmosfera um tanto quanto inusual em suas belas imagens feitas com aquarela e guache. Tudo é desenhado a mão e Henrietta desconstrói rostos de seus personagens deixando as pinturas modernas e instigantes aos olhos do espectador.
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Arte: Marci MacGuffie

Marci MacGuffie é uma artista que trabalha com padrões abstratos e além de criar obras de arte para decoração, ela também dedica parte de seu tempo observando a relação das pessoas com suas ideias.
Em uma de suas instalações, Marci usou ímãs e incentivou o público a interagir com a obra, isso permitiu alterações da peça de acordo com o gosto de cada um. A partir daí, ela registrou as diversas reações dos espectadores, passando por participações tímidas e ousadas.  Veja o vídeo aqui!




 

Zio Ziegler

Se você passar pela Califónia, não pode deixar de conhecer o trabalho do artista Zio Ziegler, que espertamente transformou sua arte em negócio.
Sua loja, Arte Sempre, localizada em Mill Valley, reúne não só quadros, mas também camisetas e outras peças de roupas que levam diversas estampas.
Zio também não deixa de lado a street art e em vários pontos de Mill Valley é possível encontrar suas enormes ilustrações nos muros da cidade.








Arte Sempre from Zio Ziegler on Vimeo.

Street art

O espanhol Borondo é considerado um dos artistas contemporâneos mais importantes de street arte, também pudera, seu trabalho é incrível!
A admiração por suas obras acontece porque raramente encontra-se um artista que usa técnicas clássicas de pintura em arte urbana, e Borondo faz isso com muita propriedade.
Se por um acaso você estiver em Roma, vale a pena dar uma esticada até a galeria 999 Contemporary, onde está rolando a primeira exposição individual do artista.





 

Arte nas ruas

Conhece o Grafitismo.com? Esse site é muito bacana, você encontra uma websérie sobre intervenções pelas ruas ao redor do mundo. Produzidos pela SINLOGO, estúdio digital localizado em São Paulo e Londres, os vídeos buscam documentar o desenvolvimento do trabalho de vários artistas e mostra como funciona o processo de fazer arte em um ambiente público.
Esse vídeo mostra o grafiteiro Flip nas ruas de São Paulo:

Grafitismo film#16 – FLIP from SINLOGO on Vimeo.

Engeinheiro de papel

Além de artista, Mateus Shlian se considera um engenheiro de papel. Estranho falar isso, mas depois de ver seu trabalho, você vai entender melhor.
Seu projeto consiste em transformar recortes e dobraduras em esculturas tridimensionais. Durante a construção da obra, Mateus observa o comportamento do material e junto a Universidade de Michigan investiga a divisão celular e o desenvolvimento das células solares.
Meio maluco, né? Para saber mais, visite o site dele: mattshlian.com



Talvez você já até conheça o trabalho do francês Bernard Pras, mas se ainda não, vale registrar aí no seu caderninho de anotações.
Ele é um artista plástico que retrata personalidades da cultura pop ou ícones através de esculturas feitas de objetos recicláveis, passando por parafusos, colheres, peças de bicicletas e até de automóveis.
Porém, essas instalações só fazem sentido quando é vista a partir de um determinado ângulo, por isso é comum Bernardregistrá-las através de suas lentes fotográficas.




Por serem históricas e na maior parte renascentistas, as igrejas raramente conseguem combinar a tecnologia dos dias de hoje com o seu espaço/ambiente. Mas o artista holandês Daan Roosegaarde conseguiu dar o tom certo ao fazer uma instalação na igreja Sainte Lille Marie Madeleline, em Lilles, França.
Levando o nome “Lotus Dome”, a bola, feita de ‘pétalas’ de alumínio se comporta como as de uma flor, que abrem e fecham reagindo a uma luz que se move de acordo com o movimento das pessoas em volta dela. Louco, né?



LOTUS DOME hundreds of high-tech flowers by Studio Roosegaarde from Daan Roosegaarde on Vimeo.

Por conta de uma enorme coleção de arte islâmica, que reúne mais de 20 mil peças, o Louvre inaugurou após de 11 anos de trabalho, uma ala especial dedicada à essas obras guardadas por anos nos porões do museu.
Um teto futurista, projetado pelos arquitetos Rudy Ricciotti e Mario Bellini, abriga a nova área, que tem cerca de 3 mil metros quadrados e conta com um dos maiores acervos de arte ocidental do mundo.

10 mil livros espalhados numa avenida movimentada de Melbourne

Uma instalação imensa tomou conta de uma avenida movimentada em Melbourne. Para o The Light Winter, festival que rolou em junho e reiniu artistas de toda parte do mundo, o coletivo espanhol Luzinterruptus colocou 10 mil livros doados por bibliotecas públicas no meio da cidade.
O legal é que as pessoas transitavam entre os livros, e ainda, no último dia de evento, você poderia escolher qualquer um deles para levar pra casa.